Um projeto que está sendo desenvolvido por alunos do 2º ano do curso de Informática do IFBA - Campus Santo Amaro, e tem como objetivo discutir o Romantismo no Brasil.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Consolidação do gênero romance

Fala aí, galerinha! 


(E sim, o Gato de Cheshire não tem qualquer relação com o Romantismo)*

Estamos de volta com mais conteúdo e, dessa vez, abordaremos rapidamente a respeito da consolidação do gênero romance.
Bem, vimos anteriormente onde surgiu o movimento artístico denominado Romantismo, quais foram os acontecimentos que o antecederam, mas que tiveram grande importância para a sua formação e, por fim, quais as características gerais do Romantismo.

Lembrando que, estamos discutindo rapidamente os itens citados acima, somente para dar uma melhor noção à respeito do Romantismo e do gênero romance antes de começarmos a falar a respeito do Romantismo no Brasil, mas, caso haja alguma dúvida, curiosidade, ou qualquer coisa que queiram saber sobre os assuntos que aqui foram expostos, é só deixar um comentário logo abaixo, beleza? :)

Então, vamos ao que interessa!

Talvez uma das perguntas que nos devemos fazer a respeito do gênero romântico é a seguinte:
Por que o romance se popularizou tanto assim?
Ou ainda:
O que tornou esse gênero tão interessante para os escritores? 
E mais...
Porque os leitores tornavam-se cada vez mais consumidores das obras românticas?

Bem, não só o fato de ser uma novidade chamou a atenção de muitos, mas por ser um gênero flexível, sem tantas regras estruturais, o romance adaptava-se facilmente à nova realidade e às diferentes situações da época. Além de ser um gênero cuja as regras não restringiam à liberdade do autor, não podemos negar que o surgimento da imprensa fora um impulso para a divulgação desse, mas não o único responsável pelo enraizamento do mesmo.

A popularização do gênero deu-se de três maneiras:

Na Alemanha, teve uma forte base devido ao movimento chamado de Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto). Um dos que fizeram parte desse movimento, como já vimos, fora o autor de Os sofrimentos do jovem Werther, Wolfgang von Goethe (1749-1832); bem como Johann Christoph Friedrich (1759-1805), autor de Mary Stuart e A donzela de Orleans.
Na Inglaterra, alguns autores foram importantíssimos para o Romantismo. Podemos citar entre muitos: George Gordon, o Lord Byron (1788-1824), John Keats e Samuel Taylor Coleridge. E não podemos deixar de destacar o escocês Walter Scott (1771-1832), autor de obras celebres como Ivanhoé.
Na França, o Romantismo conquistou enorme público, principalmente devido à obras que "dissecavam", abriam por completo a alma humana, como As ilusões perdidas (escrito por Honoré Balzac (1799-1850)); ou ainda, obras que abordavam e questionavam temas sociais, a exemplo de Os miseráveis (esse nome tenho certeza de quase todo mundo já ouviu), de Victor Hugo. Podemos citar ainda Os três mosquiteiros e O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas (pai)(1802-1870), e tanto outros autores e obras renomadas que foram de grande importância no movimento romancista.

Bem, pessoal, por hoje era isso. Muito obrigado!

(O Capitão América também não tem relação com o Romantismo, mas, como falamos no nosso post de apresentação, queremos deixar os conteúdos mais flexíveis)*

Opa! Referências...
  • ALVES, Roberta Hernandes. MARTIN, Vima Lia. Língua Portuguesa. Curitiba: Positivo, 2013. v.2: il.

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