Os três mosqueteiros, - creio que todo mundo, alguma vez na vida, já ouviu falar desse título, ou então no famoso lema "um por todos, todos por um" - romance publicado em 1844 na forma de folhetim , foi o ápice absoluto da carreira do escritor francês Alexandre Dumas (pai), apesar de várias outras obras de bastante repercussão como O Conde de Monte-Cristo, A Tulipa Negra ou A Rainha Margot.
Ele continuou a história dos heróis por bastante tempo, em Vinte Anos Depois e foi até a morte de cada um, em O Visconde de Bragelonne, onde inclusive está inserida outra aventura famosa, O Máscara de Ferro.
O que nem todo mundo sabe é que os quatro realmente existiram. Para escrever a obra Os Três Mosqueteiros, o autor se baseou na obra Memórias do Senhor D'Artagnan, escrito por um tenente da I Companhia dos Mosqueteiros do Rei. O grupo trabalhava como guarda-costa do rei Luís XIII durante o tempo de paz. Nas guerras, servia a infantaria ou a cavalaria.
Essa romance conta as aventuras de quatro grandes heróis: Athos, Aramis, Porthos e D’artaghan – este último, aspirante a mosqueteiro – ambientado na França do século XVII, onde florescia o esplendor da corte, o sensacionalismo das intrigas políticas e o poderio econômico e cultural de uma época brilhante.







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